VÍDEO EM DESTAQUE
CEBS realizam encontro
setorial em Passos
Dia 12 de setembro, domingo, foi realizado no Salão Paroquial da Paróquia Nossa Senhora Aparecida mais um encontro setorial das Cebs (Comunidades Eclesiais de Base). Dentro das atividades foi do encontro feito um estudo sobre o Livro de Jonas. Participaram cerca de 50 pessoas e o repasse foi feito por Luciene (Paróquia Nossa Senhora da Penha) e Simone (Paróquia Nossa Senhora de Fátima). Marcaram presença também representantes do setor de São Sebastião do Paraíso.








Do Paulistão das CEBs para o 12ª Intereclesial
Na festa da Assunção de Maria comunidade lembra Margarida Alves
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No domingo, dia 15 de agosto, a comunidade de Santos Reis e Santa Luzia lembrou, na sua missa das 9h30 da manhã, da sindicalista rural assassinada há 27 anos, Margarida Maria Alves. Na festa da Assunção de Maria a lembrança de um crime como tantos outros que aconteceram neste período, causado pela ambição, exploração e falta de amor ao projeto de Jesus. Até hoje os mandantes do crime ainda não foram julgados. Padre Dirceu Soares presidiu a celebração que teve a liturgia preparada pela equipe da CEBs (Comunidade Eclesial de Base).
Diocese realiza 27º Encontro de
CEBs e GRs em Poços de Caldas
Nos dias 16, 17 e 18 de julho foi realizado, em Poços de Caldas, o 27º Encontro Diocesano de CEBs (Comunidade Eclesiais de Base) e Grupos de Reflexão. O assessor do encontro foi Carlos Rodrigues Brandão, grande incentivador de economia solidária no Brasil. O tema lembrou a proposta da CNBB para a Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2010: "Economia Solidária". O Setor Passos marcou presença. As fotos foram tiradas por Celso Magela de Almeida. Mais imagens do encontro podem ser vistas no link:
http://picasaweb.google.com.br/celsomagela/27EncontroCEBs
Leonardo Boff pede uma ''nova ética'' para lutar contra a injustiça social
Leonardo Boff
O teólogo brasileiro Leonardo Boff, presidente honorário do Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Petrópolis, disse nesta sexta-feira que o G-20 comete um "imenso equívoco", porque se reúne para discutir "como salvar o sistema" econômico, quando, em sua opinião, o importante é "como salvar a Humanidade".
A reportagem é de José Manuel Vidal, publicada no sítio Religión Digital, 13-11-2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
Boff, que apresentou em Alicante, na Espanha, a iniciativa internacional da Carta da Terra e os projetos do centro que preside, explicou em uma coletiva de imprensa que "os países ricos" se reúnem para que o sistema "continue com a mesma lógica", em vez de se perguntarem "como salvar as condições de reprodução da terra como superorganismo vivo".
O teólogo, que também é professor de Ética, Filosofia da Religião e Ecologia na Universidade do Rio de Janeiro, defendeu "uma nova ética" e "novos hábitos" para lutar contra a "injustiça social" e a "injustiça ecológica", que ocorrem em um contexto de "crise global".
"Assim como estamos não podemos continuar", sentenciou Boff, que considerou que a Humanidade está diante de uma "grande crise que liberta a essência de um projeto civilizatório para uma forma nova de moldar a realidade".
Por isso, animou que se produza "para atender a demanda dos humanos, mas com limites e buscando a equidade", já que "não se pode consumir como consumíamos", mas sim "consumir para que os demais sobrevivam".
Por isso, Boff trata de divulgar a declaração internacional da Carta da Terra, que se baseia na promoção de princípios, propostas e aspirações para uma "sociedade mundial sustentável, solidária, justa e pacífica no século XXI".
De sua parte, o teólogo, que foi condenado em 1985 pelo Vaticano a um
"silêncio obsequioso" por defender suas teses ligadas à Teologia da
Libertação, opinou que a Igreja católica "não está à altura da urgência do problema da crise ecológica".
A seu ver, "a perspectiva do atual Papa Bento XVI não é tanto se ocupar dos temas do mundo para fora, mas sim de se ocupar dos assuntos internos da Igreja, porque é uma Igreja que busca uma forte identidade, ao preço de renunciar a um diálogo com as culturas", acrescentou.
No entanto, Boff, que assegurou que não abandonou a Teologia, sustentou que, no mundo, há "um retorno à dimensão esotérica", pois existe uma "busca de bens espirituais" que deem ao ser humano um "sentido à sua existência".